Mais inovação
com menos risco

Apesar dos cases mais conhecidos serem de grandes empresas globais é interessante focar em uma abordagem um pouco mais voltada à maioria das indústrias.

Vale ressaltar que podemos considerar a inovação quando há uma transação comercial de uma invenção.

Algumas das mais famosas invenções do século XIX foram realizadas por pessoas cujos nomes foram esquecidos. Os nomes que se tornaram associados a elas foram os de empreendedores que as trouxeram para o uso comercial, [...]. (FIGUEIREDO 2009, p.38).

Nos lançamentos de novos produtos, esta abordagem coloca as indústrias no centro da possibilidade de inovação, tanto pelo poder econômico quanto pela expertise para reunir diversos conhecimentos e dar uso comercial aos produtos criados.

A inovação na indústria é instigada pela possibilidade de grandes recompensas. A impossibilidade de traçar precisamente os resultados pode bloquear a decisão de inovar. Os números indicam que para inovar é preciso errar, e errar significa alguma perda.

De forma geral é possível considerar que em todos os setores existe certa competição pelo futuro, para Prahalad (1995) o cliente espera instantaneidade, fazendo com que os ciclos dos produtos sejam cada vez mais curtos, o que nos permite deduzir que são necessárias criações mais frequentes.

No momento de incertezas e de rápidas mudanças, investimentos como o que estamos falando acaba sendo para poucos. É nesse contexto que surge uma grande oportunidade aliando  o potencial criativo de um estúdio de design com todo o conhecimento técnico que uma indústria possui dentro do seu nicho.

O apoio de uma equipe externa na criação de novos produtos, pode se tornar estratégico, “permite ao cliente complementar as suas vantagens competitivas com as vantagens competitivas dos seus fornecedores”. (MOREIRA, 2005, p. 29). Contratos de exclusividade entre escritórios de design e indústrias, garantem que o mesmo diferencial competitivo não seja oferecido para concorrentes.

Existem diversas opções para a trabalho em conjunto entre indústria e fornecedor. Esta relação “[...] permite a ambos os parceiros beneficiar-se de um baixo nível de risco, de economias de co-especialização e de uma aprendizagem organizacional induzida.” (MOREIRA, 2005, p. 32).

A Guapo trabalha em projetos de novos produtos inovadores de várias formas, conseguindo se adequar aos custos de cada cliente, tendo opções de custos praticamente nulo de criação, (por meio de royalties), projetos de co-criação e casos de produtos inovadores disponibilizando para o cliente patente internacional, garantindo exclusividade na utilização dos produtos. 

Entendendo a realidade de cada cliente é possivel implementar o nível de inovação adequado, conseguindo atingir resultados de acordo com distintos cenários.

 

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REFERÊNCIAS

FIGUEIREDO, Paulo N. Gestão da Inovação: conceitos, métricas e experiências de empresas no Brasil. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

PRAHALAD, C. K.; HAMEL, G. Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. Rio de Janeiro: Campus, 1995.

MOREIRA, A. C. O problema da co-especialização no desenvolvimento colaborativo de novos produtos. Revista Produção, v. 15, n. 1, jan./abr. 2005

 

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